São tantas as exigências da vida e do dia-a-dia... sem critérios de importância é impossível gerir tanta informação. O que é que realmente nos move?!
Não se pode resumir a conceitos universais, a motivações colectivas ou padronizadas mas a uma intimidade connosco próprios e com Deus... sem partir de uma premissa pessoal é impossível dar aos outros, partilhar com o que está ao nosso redor sem que tenha um sabor plástico a “fast-food”, cinismo e hipocrisia. Do que vale construir sem alicerces? E pela lógica de construção, os alicerces são os primeiros a surgir, são a parte da casa que não fica à vista mas suporta com consistência ou não, toda a estrutura exibida e muitas vezes “espavoneada”.
Será que vale a pena não ter alicerces? Não nos conhecermos? Não aprofundarmos o fundo de nós mesmos, por mais trabalhoso e até doloroso que seja?!
De nada vale passar anos da nossa vida a construir algo que em fracção de segundos, com um sopro das circunstâncias da vida ou por um momento de distracção, cai por terra e nos deixa em cacos... sem rumo... sem chão.Viver de aparências é como ser um pavão sem penas...
Não se pode resumir a conceitos universais, a motivações colectivas ou padronizadas mas a uma intimidade connosco próprios e com Deus... sem partir de uma premissa pessoal é impossível dar aos outros, partilhar com o que está ao nosso redor sem que tenha um sabor plástico a “fast-food”, cinismo e hipocrisia. Do que vale construir sem alicerces? E pela lógica de construção, os alicerces são os primeiros a surgir, são a parte da casa que não fica à vista mas suporta com consistência ou não, toda a estrutura exibida e muitas vezes “espavoneada”.
Será que vale a pena não ter alicerces? Não nos conhecermos? Não aprofundarmos o fundo de nós mesmos, por mais trabalhoso e até doloroso que seja?!
De nada vale passar anos da nossa vida a construir algo que em fracção de segundos, com um sopro das circunstâncias da vida ou por um momento de distracção, cai por terra e nos deixa em cacos... sem rumo... sem chão.Viver de aparências é como ser um pavão sem penas...
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