sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Fraco contentamento...

Ontem tive, mais uma vez o privilégio de ouvir o Pr. Mário Rui Boto em mais um Pulsar da Cidade em que falou sobre um tema que já havia falado antes e por momentos pensei que não iria ouvir nada de novo... as palavras que se seguem são apenas algumas reflexões pessoais sobre: A Milha Extra!
É tão mais fácil fazermos apenas aquilo que é aparentemente esperado de nós... não há surpresas... não há expectativas... é... pacífico! Uma comodidade subtil que, pensamos nós, transpira compromisso e excelência. Transpirar?? Nããã!! Isso é para quem não cumpre com os parâmetros do seu compromisso, para quem não tem compromisso nem sabe o seu rumo...
O que somos nós afinal? Burros com palas nos olhos??... Não gosto da analogia, confesso, mas se nada fizer por isso poderá não estar longe da realidade.
A passividade é um "bicho" que se instala facilmente se não estivermos atentos e se não quisermos ser pessoas realizadas e maiores... não maiores do que os outros mas maiores do que nós mesmos. Se todos tivermos a capacidade de sair de nós mesmos e dar um pouco mais do que apenas o que é suposto, estaremos a abrir o caminho para que Deus, a Vida e as outras pessoas nos surpreendam, mostra que estamos preparados e motivados para continuar a caminhar e estaremos mais perto do nosso propósito.
A preguiça, o conforto, a rotina não são parâmetros dos vencedores... e é por detrás da fidelidade ás pequenas coisas que se escondem grandes oportunidades e grandes recompensas: a de uma consciência feliz, de um âmago positivo e de um coração tranquilo.
A mediocridade não é compatível com aquilo que Deus nos chamou a ser: Mais que vencedores!!!

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

Sere ou não ser?!?

São tantas as exigências da vida e do dia-a-dia... sem critérios de importância é impossível gerir tanta informação. O que é que realmente nos move?!
Não se pode resumir a conceitos universais, a motivações colectivas ou padronizadas mas a uma intimidade connosco próprios e com Deus... sem partir de uma premissa pessoal é impossível dar aos outros, partilhar com o que está ao nosso redor sem que tenha um sabor plástico a “fast-food”, cinismo e hipocrisia. Do que vale construir sem alicerces? E pela lógica de construção, os alicerces são os primeiros a surgir, são a parte da casa que não fica à vista mas suporta com consistência ou não, toda a estrutura exibida e muitas vezes “espavoneada”.
Será que vale a pena não ter alicerces? Não nos conhecermos? Não aprofundarmos o fundo de nós mesmos, por mais trabalhoso e até doloroso que seja?!
De nada vale passar anos da nossa vida a construir algo que em fracção de segundos, com um sopro das circunstâncias da vida ou por um momento de distracção, cai por terra e nos deixa em cacos... sem rumo... sem chão.Viver de aparências é como ser um pavão sem penas...

sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

Hoje

Hoje... resolvi enfrentar a preguiça que me presegue os dedos e que não me alcança a mente!

Com tantas palavras que se formam no plano das ideias, não é possível conter mais o sopro de inspiração que me liberta, que me move, que me faz crescer e estar um passo mais adiante no meu caminho.

Now, there's no turning back...
Cat